Novo acesso de tédio –É uma constante.
Desisto.
E desta vez é a sério.
Tenho medo.
Mas o medo
Permuta-se.
Abro-me e transformo-me em cicuta:
Beberei o veneno do meu próprio sangue...
Lisboa, 02-04-98
Das pedras que sobraram dos seus jardins suspensos, nasceu em Babilónia outro jardim. Nesse lugar Orfeu saiu do Hades e por cem anos chorou a sua Eurídice. Aí abandonou a sua lira que ainda canta, suspensa, a perfeição dos seus versos. Eu estive lá e ouvi. E o que deles lembrei (mas tão mal os recordo e os escrevi!)vim deixar neste blog onde parou o Tempo, para louvar Orfeu e a Poesia... Não chores mais Orfeu! Eurídice há-de voltar um dia!
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